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O Sindicato dos Servidores Policiais Civis do Estado do Espírito Santo (Sindipol/ES) vem a público repudiar com veemência o tratamento vexatório sofrido pelos Policiais Militares que participaram da ocorrência realizada nessa sexta-feira (11), quando o vereador Cabo Porto acionou a Polícia Militar ao receber de um colega parlamentar a informação de que estaria, supostamente, sendo seguido por um veículo suspeito.

Na ocasião, de acordo com a Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar, o procurador-geral da câmara municipal de Serra, Matheus Sobreira, afirmou que a ação da PM possuía vínculo político, tendo sido a ação “forjada” e de caráter “cinematográfico”.

O Sindipol/ES manifesta total repúdio também ao pedido de prisão preventiva e de afastamento cautelar das funções do vereador, acusando o parlamentar de abuso de poder e de associação criminosa, pelo simples fato de estar portando sua arma.
 
Para o Sindicato dos Policiais Civis, um Policial, seja ele Civil, Militar, Federal, aposentado ou na ativa, exercendo ou não funções parlamentares não deixa de ser um Policial em sua conduta, garantido em Lei, dentro de suas garantias, direitos e prerrogativas.

Um Policial treinado, que combateu ou ainda combate o crime, tem a necessidade de portar sua arma e isso não representa ameaça, ostentação ou intimidação às pessoas, trata-se apenas de um instrumento de trabalho.

O policial portar sua arma é uma prerrogativa garantida em Lei, e que em inúmeros casos divulgados, já foram constatados policiais de folga agindo na defesa da sociedade e impedindo os mais diversos crimes, fato posto que ratifica o comprometimento integral e dedicação exclusiva dos policiais. Por tudo isso, repudiamos tal atitude depreciativa da atividade policial.

 

JUNTOS SOMOS FORTES, UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS