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Em 2019, os brasileiros esperam uma mudança significativa na postura política e grandes avanços em setores em crise no país. Bolsonaro foi o mais votado em 64 cidades do Espírito santo, 1.276.611 milhões de capixabas escolheram o candidato do PSL no último domingo (28) e o trabalho da nova equipe de Governo já deve começar.

Altos índices de desemprego, empresas estatais em declínio e crise em diversos setores, especialmente nos setores da economia e segurança pública. Esse é o cenário que o capitão da reserva Jair Messias Bolsonaro, eleito aos 63 anos Presidente da República vai encontrar.

Bolsonaro precisa escolher a equipe de transição para conhecer a real situação do país e colocar o projeto Fênix em prática, assim é chamado o plano de governo que promete mudar o Brasil, e isso começa pela escolha dos Ministros que Bolsonaro já anunciou que não será por indicação política.  

O novo presidente do Brasil disse que irá reduzir o número de Ministérios e enxugar os gastos do Governo, vai facilitar à abertura de novas empresas e empreendimentos desburocratizando o sistema atual, e combater a corrupção investindo no sistema de segurança pública. Bolsonaro também aponta oito medidas em seu plano de governo para a segurança pública do país; investimento em equipamentos, tecnologia, inteligência e na capacidade de investigação das forças policiais, o fim das progressões de penas e as saídas temporárias para presidiários e também diz que vai reduzir a maioridade penal para 16 anos.

Em seu plano de governo, Bolsonaro explica que as Forças Armadas terão um papel importante no combate ao crime organizado e que pretende reformular o Estatuto do Desarmamento para garantir o direito do cidadão à legítima defesa. Bolsonaro também defende que policiais não sejam punidos se matarem alguém durante o trabalho e que invasões de propriedades sejam consideradas crime de terrorismo.

As duas últimas propostas do candidato do PSL preveem a reformulação da Política de Direitos Humanos, que irá priorizar a defesa das vítimas da violência, segundo o planejamento. Por último, Jair Bolsonaro pede o fim das audiências de custódia, que determina ao preso em flagrante ser levado à presença da autoridade judicial no prazo de 24 horas.

Veja aqui o projeto Fênix.

REALIDADE CAPIXABA

Por ingerência e negligência o Espírito Santo viu a população se tornar refém de criminosos e da criminalidade.  Para o Sindipol/ES, o sucateamento da Polícia Civil foi o resultado da ausência de políticas estruturantes que afetou todas as instituições policiais do estado.

“Após esses eleições esperamos que esse cenário mude. Temos um novo governador e presidente que falam bastante em segurança pública e sabemos que a Polícia Civil tem um papel importante, é um pilar ”, finalizou Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES e especialista em segurança pública.

 

JUNTOS SOMOS FORTES, UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS!!!