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O Sindicato dos Policiais Civis capixabas pede que policiais civis aposentados recebam os equipamentos de segurança pessoal para o desempenho da função, tendo em vista o avanço na criminalidade no estado.

“Basicamente estamos cobrando arma, munição e colete para os policiais civis aposentados. Eles voltam a ser policiais civis da ativa independente das funções que estão desempenhando e precisam desses equipamentos”, explicou Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES.

O Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo oficiou o Ministério Público, o chefe de Polícia, Guilherme Daré e o Secretário de Segurança, Nylton Rodrigues, para garantir os direitos dos aposentados que voluntariamente aceitaram a convocação do Governo e retornaram ao trabalho.

“Agora aguardamos respostas. Mesmo com esses equipamentos, sabemos que a segurança pessoal do policial civil não está garantida. Diariamente a criminalidade é destaque nos noticiários. As instituições policiais no Espírito Santo estão sucateadas e a mesma violência que atenta contra a vida do cidadão comum, também mata policiais civis nesse estado. Tivemos uma prova recente com o irmão investigador Alessandro Ferrari”, lamentou o presidente do Sindipol/ES.

Alessandro Ferrari era investigador de Polícia desde 2010, trabalhava na Delegacia de Costumes e Diversos. Ele foi assassinado durante um assalto, no dia do aniversário de oito anos da filha. Em cinco anos, 10 policiais foram assassinados no Espírito Santo.

“Não queremos contar mais histórias desse tipo. Esperamos que o MP, o Secretário de Segurança do Estado e o Chefe de Polícia atendam nosso pedido e forneçam os equipamentos”, finalizou Jorge Emílio Leal.

JUNTOS SOMOS FORTES, UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS!!!