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Em fevereiro de 2017 os olhos do mundo se voltavam para o Espírito Santo. O motivo? As sucedentes políticas de desvalorização as forças policiais causaram uma crise na segurança pública que registrou aproximadamente 233 homicídios.

Do total de mortes violentas cometidas durante aquele fevereiro sangrento, 141 inquéritos já foram investigados, solucionados e encaminhados à Justiça para serem analisados e julgados. Os inquéritos relativos aos outros homicídios continuam em apuração. As informações são do delegado geral da PC/ES, Darcy Arruda.

“Parabéns aos nobres policiais envolvidos nas investigações e a todos os guerreiros da PC/ES que direta ou indiretamente contribuíram com esse resultado. Todos nós sabemos o quanto essa crise marcou os capixabas e solucionar os casos é a resposta que todos esperavam”, disse, o presidente do Sindipol/ES, Jorge Emílio Leal.

Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES
Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES

Fevereiro sangrento

Ao todo, foram 22 dias de terror. A violência explodiu como uma bomba atômica em todo o Espírito Santo e a população acordava e dormia sem a Polícia Militar nas ruas. Neste período, em comparação ao ano anterior, foram registrados 204 homicídios, um aumento de 14,4%. Veja.

Ainda nesse período, foram roubados ou furtados 1300 veículos no Espírito Santo. Nas duas primeiras semanas da crise, 921 pessoas perderam seus carros ou motos, um aumento de 285% se comparado ao mesmo período de 2016.

A diretoria do Sindipol/ES, preocupada com a segurança e a estrutura de trabalho dos policiais civis do Departamento Médico Legal de Vitória e demais unidades policiais, passou a denunciar a superlotação no DML e tornar público os assassinatos no período de crise na PM, números que não eram fornecidos à imprensa pela Secretaria de Segurança estadual. Veja a matéria.

JUNTOS SOMOS FORTES, UNIDOS SOMOS IMBATÍVEI