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O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Crimes Cibernéticos, Vandinho Leite, disse que governo precisa investir na estrutura da delegacia de Crimes Cibernéticos para que policiais civis resolvam tantos crimes.

Os crimes cibernéticos são aqueles cometidos na internet e podem atingir uma única pessoa ou várias pessoas ao mesmo tempo. A delegacia de Crimes Cibernéticos funciona no prédio da delegacia Patrimonial e registra uma média de 15 ocorrências por dia. Em 2018, foram quase 2.000 crimes cibernéticos no Espírito Santo, quase 600 só nos primeiros meses desse ano. Por causa do aumento desse tipo de crime, a Assembleia Legislativa organizou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e, logo na primeira sessão, o presidente pediu investimento ao governo.

Vandinho Leite, deputado estadual. Foto: Lissa De Paula
Vandinho Leite, deputado estadual. Foto: Lissa De Paula

 

“Vamos passar para o governo a solicitação de alguns equipamentos técnicos para melhorar a vida dos policiais que trabalham nessa delegacia, para que eles tenham mais resolutividade nas ocorrências e também outros pontos, em relação a pessoa e a estrutura física da delegacia de Crimes Cibernéticos”, explicou Vandinho Leite, deputado estadual e presidente da CPI.

DELEGACIAS PRECISAM DE INVESTIMENTO

A delegacia de Crimes Cibernéticos não é a única que precisa de investimentos. Em 2012, os diretores do Sindipol/ES começaram as inspeções sindicais e encontraram delegacias em péssimas condições estruturais, com um número mínimo de policiais trabalhando, com infiltrações, problemas na rede elétrica e de esgoto, levando risco aos policiais e ao cidadão.

O resultado não foi surpresa e, para o sindicato, só refletiu as políticas públicas de segurança implantadas no estado nos últimos anos, principalmente, na gestão Paulo Hartung. O Sindipol/ES denunciou a precariedade das delegacias ao Ministério Público do Trabalho (MPT), que criou uma força tarefa para apurar a realidade de 38 delegacias capixabas.

Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES
Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES

“Fiscalizar de perto as condições de trabalho oferecidas pelo governo aos policiais civis do Espírito Santo foi uma meta da atual gestão do Sindipol/ES. Seguimos acompanhando a situação da delegacia de Crimes Cibernéticos e das outras também, cobrando do governo investimentos, valorização e melhores condições de trabalho para os policiais civis capixabas”, finalizou Jorge Emilio Leal, presidente do Sindipol/ES.

 

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