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Três homens presos na última quarta-feira (29) integram uma quadrilha especializada em roubo de cargas e responsável por furtar mais de R$ 600 mil reais do Banco do Brasil do centro de Guarapari. Investigações revelaram que criminosos levavam vida de luxo no Espírito Santo.

Os policiais da delegacia Patrimonial chegaram a quadrilha investigando dois crimes, um roubo de cargas e o furto no Banco do Brasil nos dias 5 e 8 de dezembro do ano passado, respectivamente. No dia 10, os bandidos já estavam em Minas Gerais seguindo para o Rio de Janeiro, quando o caminhão com a carga roubada foi abordado pela equipe da Patrimonial. No caminhão, além da carga, os policiais da Patrimonial encontraram R$ 22 mil reais em moedas de um centavo e envelopes de postagens de uma transportadora que presta serviço para o Banco do Brasil de Guarapari.

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“Foi assim que nós tiramos de circulação uma quadrilha que roubava cargas e furtou 600 mil reais do Banco do Brasil. É uma quadrilha extremamente especializada, composta por indivíduos com uma vasta experiência no mundo do crime”, explicou o delegado Romualdo Gianordoli.

Cinco pessoas fazem parte da quadrilha, três foram presas, uma pulou do caminhão e morreu fugindo dos policiais e a quinta está foragida. De acordo com as investigações, pelo menos dois presos fazem parte do Comando Vermelho. As investigações indicam ainda que alguns integrantes do grupo criminoso também são donos de comércios e transportadoras, onde o dinheiro furtado é levado. 

“Estavam num sítio com piscina, churrasqueira e cavalos de raça. Eles não param em um local só. Fazem parte do Comando Vermelho e já foram presos, inclusive, com nove fuzis. No Rio, eles possuem supermercados e transportadoras, toda uma rede para escoar as mercadorias roubadas e o dinheiro de furto”, pontuou o delegado.

O Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo parabeniza os guerreiros da Patrimonial pela investigação e pelas prisões importantes. O presidente do Sindipol/ES reforçou os resultados e a necessidade de investimentos na Polícia Civil capixaba.

“Hoje, a Polícia Civil capixaba tem uma defasagem superior a 60%. Muitos policiais ainda trabalham em locais precários e sem condições mínimas. Os resultados da Patrimonial e de outras delegacias só reforçam a qualidade dos nossos policiais e a necessidade de investimentos no combate à criminalidade crescente no Espírito Santo”, pontuou Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES.

 

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