sindipoles-esta-em-campanha-com-a-cobrapol-pela-aposentadoria-dos-policiais-civis

Se antecipando ao ato nacional em Brasília, a diretoria do Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo já está em contato com os deputados federais do estado e explicando o que é a chamada “PEC paralela” e como ela pode valorizar a aposentadoria dos policiais civis do Brasil.

A Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol) convocou suas lideranças até Brasília, entre os dias 10 e 14 de fevereiro, para visitar os gabinetes dos deputados estaduais e falar sobre a PEC 133/2019 (PEC Paralela). A PEC 133 já foi aprovada no Senado Federal e, hoje, está em tramitação na Câmara dos Deputados. Os representantes dos policiais civis de todo o país buscam a isonomia com os policiais militares, a condenação de toda e qualquer discriminação e a defesa da constitucionalização da aposentadoria policial – segurança jurídica fundamental para evitar prejuízos nas reformas que estão sendo promovidas nos Estados.

WhatsApp Image 2020-02-03 at 15.21.46
Diretoria explica ao deputado o que é a PEC 133/2019, a chamada PEC paralela.

Nesta segunda-feira (03), a diretoria do Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo conversou  com o deputado Felipe Rigoni e pediu apoio ao parlamentar.

“A COBRAPOL, entidade o qual o Sindipol/ES é filiado, elaborou esse plano de ações. Estamos entregando em mãos a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 133) e buscando apoio aos parlamentares. O que queremos é minimizar os danos que os policiais civis tiveram na aposentadoria, além de direitos e regras iguais aos da Polícia Militar. Entendemos que foi justa a reforma aprovada para os militares, mas não entendemos por que a proposta aprovada foi diferente para os policiais civis”, explicou Humberto Mileip, diretor do Sindicato dos Policias Civis do Espírito Santo.

Para a COBRAPOL e o Sindipol/ES, o governo e os parlamentares não estão respeitando os profissionais da Polícia Civil do país.

“A Reforma da Previdência aprovada não reconhece o perigo, a insalubridade e as condições estressantes de trabalho para os policiais civis, para a PM reconhece. Queremos entender o motivo da PM não ter idade mínima para se aposentar e na PC a idade ser de 55 anos. Existem outras diferenças que podem e devem ser corrigidas com a PEC paralela. Esperamos que os parlamentares entendam e apoiem”, finalizou Aloísio Fajardo, presidente do Sindipol/ES.

A diretoria do Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo está pronta e vai atender o novo chamado da COBRAPOL para lutar pela aposentadoria da categoria em Brasília.

“FORÇA, UNIÃO E LUTA”