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Luta por igualdade, fim da violência contra a mulher, conquista de direitos. Mais do que uma data comemorativa, o Dia Internacional da Mulher deve ser encarado como um registro histórico, um ato de resistência e, sobretudo, um dia para servir de exemplo para repensar atitudes e combater todo e qualquer preconceito de gênero.

Breve contexto histórico para criação do Dia Internacional da Mulher

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  • Grandes passeatas das mulheres em 26 de fevereiro de 1909, Nova York – aproximadamente 15 mil mulheres marcharam nas ruas da cidade por melhores condições de trabalho. Era comum as jornadas para elas chegarem a 16h por dia, seis dias por semana e, não raro, incluíam também os domingos. Ali teria sido celebrado pela primeira vez o “Dia Nacional da Mulher” americano.

 

  • Agosto de 1910, Copenhague – a alemã Clara Zetkin propôs em reunião da Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas a criação de uma jornada anual de manifestações das mulheres pela igualdade de direitos, sem exatamente determinar uma data. O primeiro dia oficial da mulher seria celebrado em 19 de março de 1911.

 

  • Incêndio na Triangle Shirtwaist Company, em 25 de março de 1911, Nova York – 146 pessoas mortas (125 mulheres e 21 homens). Péssimas instalações elétricas, composição do solo das repartições da fábrica e a grande quantidade de tecido em estoque, foram as causas do início e da propagação do fogo. À época, os proprietários das fábricas trancavam os seus funcionários para impedir mobilizações, protestos e greves. Todos os mortos estavam trancados no momento do incêndio.

 

  • Mobilização operária – a segunda metade do século XIX foi marcada por inúmeros protestos, greves e manifestações contra a fome e a Primeira Guerra Mundial, na Europa e nos Estados Unidos. Em 08 de março de 1917, trabalhadoras do setor de tecelagem entraram em greve com o apoio dos operários do setor de metalurgia. Esse grande feito das mulheres deu início à Revolução Russa.

 

  • Por fim, em 1975, a Organização das Nações Unidas instituiu o período como “Ano Internacional das Mulheres”, oficializando o dia 8 de março e implementando ações ao combate das desigualdades e discriminação de gênero em todo o mundo.

 

O Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo parabeniza todas as mulheres pelo Dia Internacional da Mulher, em especial as policiais civis e pensionistas que, com determinação, inteligência e sensibilidade somam forças e contribuem para um Sindipol/ES mais forte na defesa de toda a categoria.

FORÇA, UNIÃO E LUTA!