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O Departamento Jurídico do Sindipol/ES percebeu que empresas seguem descontando dinheiro dos salários de alguns policiais civis, mesmo depois do empréstimo ter sido totalmente quitado. Os advogados do Sindipol/ES estão à disposição dos sindicalizados para tirar dúvidas.

A defasagem salarial dos servidores públicos do Espírito Santo deixou muitos trabalhadores endividados. Policiais Civis, por exemplo, procuraram bancos e instituições financeiras em busca de empréstimos fáceis, fazendo dívidas que se arrastaram por anos, e ainda se arrastam. São contratos com débitos em conta corrente (em folha) ou consignados. 

“Nós identificamos que muitos policiais, aposentados principalmente, têm descontos que galgam seis, sete anos. Tem um caso de policial que está pagando empréstimo desde 2010, mesmo já tendo liquidado a dívida”, explicou Rodrigo Nascimento, coordenador do Departamento Jurídico do Sindipol/ES.

O Departamento do Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo já moveu de 20 a 30 ações judiciais em defesa dos seus sindicalizados. Em uma das sentenças, o policial civil recebeu uma indenização de R$ 28 mil reais. Rodrigo Nascimento acredita que existem outros casos semelhantes, e disse que os advogados do Sindipol/ES podem ajudar

“Aposentados, pensionistas ou policiais civis da ativa que possuem empréstimos consignados de longa data e acreditam que já pagaram a dívida podem procurar o Sindipol/ES. Nossos advogados da área Cível estão de prontidão para analisar caso a caso. É só agendar o atendimento”, disse o coordenador do Departamento Jurídico.

É importante que o sindicalizado compareça com a ficha financeira, o contrato e o histórico da negociação. O telefone da sede Administrativa do Sindipol/ES é o (27) 3223-1844. O número (27) 99950-1844 é o canal direto do sindicalizado com o Departamento Jurídico em caso de emergências.

“É isso que fazemos, defendemos os direitos dos nossos policiais. Ao longo dos anos fortalecemos nosso Departamento Jurídico e hoje temos a honra de dizer que o policial civil sindicalizado tem acesso aos melhores advogados do estado”, finalizou Aloísio Fajardo, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo.

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