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Os policiais civis do Espírito Santo foram em caravana para Brasília e junto com outros profissionais de segurança pública exigiram respeito, valorização e a saída do presidente Michel Temer, indicado por corrupção na operação Lava Jato.

200 mil trabalhadores e sindicalistas estiveram em Brasília nesta quarta-feira (24) durante o ato público histórico, entre eles, policiais civis capixabas. O clima esquentou na Esplanada dos Ministérios. Os manifestantes foram recebidos com violência pela polícia do Distrito Federal e o protesto que começou pacífico virou uma confusão generalizada. Ministérios foram depredados, houve registro de incêndio na área interna dos ministérios da Agricultura, do Planejamento e da Cultura.

Sete pessoas foram detidas, suspeitas de dano ao patrimônio público, desacato e porte ilegal de arma. 49 pessoas ficaram feridas, entre manifestantes e policiais militares.  O quebra-quebra em Brasília foi atribuído ao grupo black block.

Para o Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo, que acompanha as manifestações contra a PEC 287 em Brasília desde o início, no final de 2016, não era necessário o uso da força contra os manifestantes.

“É dessa forma que os policiais e trabalhadores brasileiros são recebidos em Brasília, e essa não foi a primeira vez. Nós só queremos manifestar nossa indignação contra as reformas Trabalhista e da Previdência. Essas propostas irão retirar direitos de todos. Não podemos e não iremos aceitar isso”, frisou Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES.

A caravana para levar os profissionais de segurança pública para Brasília foi organizada pela União dos Policiais do Brasil no Espírito Santo (UPB/ES). O Sindipol/ES e os demais profissionais de segurança pública do Brasil aguardam o posicionamento do governo Federal.

“Amigos policiais, trabalhadores, nós viemos em massa lutar contra esse governo ilegítimo e ditador que contraria o estado democrático de direito e retira os direitos dos trabalhadores para beneficiar empresários, amigos e familiares. Não podemos aceitar que isso ocorra”, finalizou Jorge Emilio Leal.

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