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Nesta sexta – feira (21), servidores públicos de todo o estado participaram do último ato do chamado “Julho de Luta”.  A manifestação ocorreu em frente à Secretaria de Gestão e Recursos Humanos (Seger). Os trabalhadores lutam pela garantia dos direitos.

As manifestações foram organizadas pelo Fórum dos Servidores Públicos do Estado do Espírito Santo (Fespes) do qual o Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo (Sindipol/ES) faz parte.

Durante o ato, os trabalhadores denunciaram as péssimas condições vivenciadas com a política de massacre governamental. Os servidores públicos estaduais estão há anos sem a revisão geral anual, a definição de uma data – base e sem auxílio alimentação.

O presidente do Sindipol/ES, Jorge Emílio Leal, ressalta a importância da luta coletiva dos profissionais de todo estado para que os objetivos sejam alcançados.

“O trabalhador capixaba deve se unir, ir pra rua, lutar por seus direitos. Nós da polícia civil estamos passando por grandes dificuldades. Delegacias sem estruturas e a falta de recomposição salarial, o que vem fazendo o policial perder cada vez mais o seu poder de compra. Não vamos parar de lutar por nossos direitos, nossa data base, auxílio alimentação. A luta não pode e não vai parar”, disse.

Julho de Luta

Os atos foram iniciados no dia 5 deste mês com uma mobilização em frente à Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales). O segundo movimento aconteceu na última sexta – feira (14), na frente do Tribunal de Justiça do Estado. O evento de hoje fecha o “Julho de Lutas”, mas não a luta em prol dos direitos. 

Além das várias ações e manifestações efetivadas pelos sindicatos membros do Fespes, contra a política de governo voltada a retirada de direitos trabalhistas e massacre dos servidores para beneficiar empresários e apoiadores de campanha, foram judicializadas ações de mandado de injunção, ação direta de inconstitucionalidade por omissão, petições ao TCE e muito mais. Além disso, os sindicatos já estão formalizando uma denúncia para em breve ser feita no sistema ONU. A luta só será encerrada quando os pleitos forem atendidos.

Clique aqui e veja as fotos do Julho de Luta.

 

Fica a reflexão: A quem interessa uma polícia civil enfraquecida?

 

JUNTOS SOMOS FORTES, UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS