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Os resultados da corrupção institucionalizada no Brasil continuam massacrando os trabalhadores do país, em especial, os funcionários públicos. O Presidente Michel Temer anunciou que pretende adiar o reajuste dos servidores de 2018 para 2019 e limitar o salário inicial dos servidores. De acordo com Temer, as propostas são para reduzir o rombo fiscal. Inicialmente, a medida atinge os funcionários federais, mas a decisão pode influenciar e ter efeito cascata para governos estaduais negarem mais uma vez a revisão anual de salário com base na inflação. No Espírito Santo, policiais civis estão há três anos sem reajuste.

Após os deputados federais votarem pelo arquivamento da denúncia de corrupção ativa envolvendo o presidente da República, Michel Temer decidiu arroxar de vez o funcionalismo público. O presidente com o maior índice de rejeição da história do Brasil quer vetar o reajuste salarial dos funcionários públicos em 2018 e adiar para 2019.  De acordo com a equipe de governo, a medida resultará numa redução de gastos de R$ 9 bilhões e vai ajudar a reduzir o rombo fiscal.

A outra medida atinge diretamente os novos servidores. O governo Federal quer limitar os salários iniciais do funcionalismo a R$ 5 mil, em contrapartida, os benefícios, privilégios e penduricalhos que elevam ainda mais os altos salários praticados e mantidos pelos três poderes são mantidos.

O Sindipol/ES é contra as medidas e não reconhece como legítimo o governo Federal. O Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo entende que o rombo na economia brasileira foi causado pela má administração e pela corrupção. Para o Sindipol/ES, as propostas do Governo Federal punem e prejudicam os trabalhadores, e encobrem a macro corrupção que tanto lesa o Brasil.

 

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