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O Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo (Sindipol/ES) encaminhou na última sexta – feira (01), um ofício ao Presidente do Tribunal de Justiça, Desembargador Annibal de Rezende Lima. O objetivo é realizar uma reunião para debater sobre o acesso dos policiais civis nas dependências do Poder Judiciário Estadual.

Recentemente, muitos sindicalizados procuraram o Sindicato para falar que suas armas são acauteladas quando entram no TJ/ES. Cumprindo seu papel de organização sindical e defendendo os direitos e prerrogativas da categoria, a Diretoria de imediato entrou em contato com o magistrado para solucionar a questão

Para o Sindipol/ES, o policial civil desempenha sua função integralmente e com total comprometimento, ou seja, em caso de ocorrência de qualquer atividade ilícita, ele é o responsável por intervir na defesa da sociedade, independente da data, hora e local onde esteja.

Outro fator defendido pelo Sindicato é de que em muitos casos, o profissional de polícia judiciária é o responsável pelo ajuizamento das demandas, justamente devido ao seu trabalho de investigação. Com isso, o policial muitas vezes é convocado ao judiciário na forma de testemunha, ou até mesmo na condução delas, tendo contato direto com as pessoas as quais contribuiu para prisão e seus familiares, situação de extremo risco para o servidor da segurança pública estadual.

“Solicitamos a reunião para tentar resolver a situação dos policiais civis. O porte de arma é uma prerrogativa de suma importância, pois o policial trabalha 24 horas na defesa da sociedade, e caso algum incidente ocorra , é ele o responsável por defender a população. Vamos lutar e sabemos que o Desembargador vai entender a necessidade e concordar com o direito do policial em ter acesso com sua arma nos tribunais”, disse, Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES.

 

 

JUNTOS SOMOS FORTES, UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS