madeira-um-exemplo-de-investigador

São 36 anos de polícia e muita história pra contar. Williams dos Santos Madeira é o personagem de hoje da série perfil do sindicalizado. Natural de Vitória, o investigador já participou de diversos casos emblemáticos na defesa da sociedade capixaba. O policial faz parte do quadro de sócios do Sindipol/ES desde a sua fundação.

Madeira ingressou na carreira no ano de 1982, no cargo de perito criminal. Um ano depois, assumiu a função de detetive de polícia. Em 1988, foi aprovado no concurso de investigador, profissão que desempenha até hoje.

Sua primeira unidade policial foi a Delegacia de Cariacica. Logo após, foi transferido para Polinter, onde ficou por 12 anos. Madeira ainda passou pela Superintendência de Polícia Especializada, local em que foi chefe da seção de fiscalização e vigilância. Ainda passou pela Delegacia de Costumes e Diversões (Decode), Delegacia de Menores, Delegacia de Pessoas Desaparecidas e pela Delegacia de Crimes Contra Administração Pública.

Entre várias operações policiais importantes, o investigador relembra um caso que marcou sua carreira.

“Lembro de um caso do desaparecimento de uma menina em um retiro que após 15 dias do sumiço, eu e o investigador Rodrigo conseguimos localizar o corpo em um rio, em Guarapari, próximo do local em que o retiro ocorreu. Infelizmente ela já não estava mais viva”, conta.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo (Sindipol/ES), Jorge Emílio Leal, trabalhou durante anos com o investigador Madeira e falou sobre o nobre sindicalizado.

“Trabalhei com o policial Madeira que sempre foi um investigador compromissado, dedicado a polícia civil, a família e a toda sociedade capixaba. Trata-se de um exemplo de homem e de policial civil. É uma honra ser seu amigo”, disse.

JUNTOS SOMOS FORTES, UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS