O Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo (Sindipol/ES) esclarece que os profissionais da Polícia Civil NÃO estão em GREVE. Nesta quarta-feira (08), houve uma mobilização entre os policiais civis pela morte do investigador Mario Marcelo de Albuquerque, o Marcelinho, assassinado ao tentar conter um assalto em Colatina, noroeste do estado. Os policiais se reuniram na Chefatura de Polícia e saíram em carreata até o Quartel da Polícia Militar, declarando apoio ao movimento dos familiares e amigos dos PMs.

A Assembléia Geral dos Policiais Civis será nesta quinta-feira (09), às 13h, na Chefatura de Polícia. O Sindipol/ES é a organização sindical legítima que representa a categoria e deixa claro que só os policiais civis em Assembléia podem decidir pela greve.

O Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo lamenta pela onda crimes e pelo medo que tomou conta do estado, declara apoio ao movimento dos familiares e amigos dos PMs, e lembra que as reivindicações dos policiais civis não são muito diferentes dos policiais militares, mas há anos o Governo do Estado nega direitos trabalhistas aos profissionais, como o direito da correção inflacionária, por exemplo.

O Sindipol/ES entende as consequências da paralisação dos policiais militares, mas pede à sociedade que cobre o Governador Paulo Hartung pelos anos de desvalorização e pela falta de investimentos na Polícia Civil e Polícia Militar do Espírito Santo.

Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo (Sindipol/ES)

 

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COMUNICADO

Governo anuncia pagamento dos servidores para o dia 24/02 (sexta - feira)

 

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