DEIC CONCLUI INQUÉRITO SOBRE O ASSASSINATO DO SARGENTO ROMANIA

O inquérito conduzido pela Delegacia Especializada de Investigações Criminais (DEIC) concluiu que cinco criminosos participaram do assalto que resultou na morte do Sargento da Polícia Militar Marco Antônio Romania. Três assaltantes já estão presos e duas armas usadas no crime foram apreendidas.

Os atiradores foram identificados e estão foragidos. De acordo com as investigações, o Sargento Romania tentou reagir ao assalto quando todos os clientes estavam sendo levados para o depósito do bar. Ele foi assassinado com quatro tiros. Três disparos aconteceram quando o militar já estava ferido ao chão, sem possibilidade de se defender. Os bandidos invadiram o bar por que desconfiavam que o proprietário também era agiota e imaginaram que o Sargento era segurança do bar. 

               Claudstony Pereira Ramos e Alex de Almeida Gomes estão foragidos  — Foto: Polícia Civil/Divulgação

As investigações também revelaram que os atiradores são Alex de Almeida Gomes, conhecido "Feinho", de 21 anos, e Claudstony Pereira Ramos, conhecido como "Gaguinho", de 33. Na semana passada, os policiais civis fizeram uma operação para prendê-los na região de Itararé e Maruípe, mas os assassinos não foram encontrados.

O crime aconteceu no dia 16 de fevereiro. Em menos de um mês o inquérito foi concluído.

“Parabenizamos os policiais civis do DEIC pela condução do inquérito e pela investigação que já apontou quem são os assassinos do nosso nobre colega policial militar. Esses criminosos covardes serão presos em breve. É só uma questão de tempo”, frisou Aloísio Fajardo, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo.

A diretoria do Sindipol/ES reforça o comprometimento e a dedicação dos policiais civis envolvidos na investigação. Para o Sindipol/ES, foi um claro exemplo da eficiência e do protagonismo da Polícia Civil no combate ao crime no Espírito Santo.

“São exemplos que reforçam a nossa luta pela nomeação dos candidatos excedentes do último concurso e pela abertura de novo processo seletivo. É necessário suprir a defasagem no quadro operacional da Polícia Civil, que chega a 60% em alguns setores”, pontuou Aloísio Fajardo, presidente do Sindipol/ES.

FORÇA, UNIÃO E LUTA