SINDIPOL COBRA PARIDADE E INTEGRALIDADE PARA POLICIAIS CIVIS

A diretoria do Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo se reuniu com o Instituto de Previdência do estado para garantir a Integralidade e Paridade para os profissionais da PC-ES que se aposentaram antes da Reforma da Previdência.

Em 2019, em negociação e diálogo constante com a equipe de Governo, o Sindipol/ES conseguiu que o estado se comprometesse em aplicar aos policiais civis capixabas as mesmas regras de aposentadoria dos policiais federais e rodoviários federais, do Senado e da Câmara.

Como o parecer da AGU, corroborado pelo TCU garantiu a Paridade e Integralidade até 2019, data da Reforma da Previdência, agora, a diretoria do Sindicato dos Policiais Civis iniciou a conversa com o IPAJM, para assegurar que o compromisso firmado com o Governo seja mantido.

“Desta forma, queremos garantir a Paridade e a Integralidade na aposentadoria dos policiais civis que se ingressaram na Polícia até a Reforma da Previdência estadual, que aconteceu em 31 de junho de 2020. Estamos com diálogo aberto e confiantes que a promessa do Governo será mantida. Não temos motivos pra desconfiar. Tudo que havíamos negociado, desde salário a outros benefícios foi cumprido”, destacou Clóvis Guioto, vice-presidente do Sindipol/ES.

Durante o encontro no IPAJM, a diretoria do Sindipol/ES também cobrou a aplicação da Lei Complementar 918, de 2019. Guioto explicou que a Lei Complementar 918 modificou a Lei 657, de 2012, sobre a promoção dos policiais civis.

“São aqueles policiais que foram incluídos por doença grave. A nossa promoção previa alguns critérios para acidente de serviço e doença ocupacional. A Lei 918 incluiu moléstia grave. Então, nós fomos lá tratar desse tema também”, pontuou o vice-presidente do Sindipol/ES.

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