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Neste sábado (28) é comemorado o Dia do Investigador de Polícia. A data é celebrada desde o ano de 2008, quando os investigadores Francisco Lacerda Aguiar de Carvalho (o “Chiquinho”),  Aloísio Fajardo e Jânio Jacinto Araújo encaminharam ao Deputado Euclério Sampaio um projeto de lei sugerindo a homenagem. 

O Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo (Sindipol/ES) parabeniza todos os investigadores, em especial, seus sindicalizados que mesmo com todas as péssimas condições de trabalho e a falta de valorização, seguem exercendo seu dever com toda honra e coragem na defesa da sociedade.

Responsável pela investigação dos crimes e seus autores, o Investigador de Policia ou Inspetor é uma carreira restrita as instituições da policias civil e federal que detém as atribuições de policia judiciária.

Entre as suas atribuições, além da investigação da autoria e materialidade dos crimes e contravenções, estão às atividades de busca e apreensão, entrega de intimações e efetivação de prisões, entre outras.

Segundo o investigador de polícia e presidente do sindicato Jorge Emílio Leal, a rotina do investigador de polícia é extensa e um trabalho que exige atenção e responsabilidade.

“Os investigadores são responsáveis pelas investigações no cotidiano, nas ruas, nas mais diversas situações desfavoráveis, a fim de buscar indícios e materialidade de ações para o levantamento de provas a serem inseridas nos inquéritos policiais. Um serviço de grande importância para a elucidação do crime criminoso e criminalidade, mas que carece de investimentos por parte do governo”, disse.

Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES
Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES

Apesar de ser uma data de celebração, o Sindipol/ES lembra que o último concurso para o cargo de investigador foi no ano de 1993 e, hoje, sem condições e sem o efetivo necessário, os policiais se desdobram no dia-a-dia para prestar um serviço de qualidade para a população.

“Nós estamos avançando em algumas áreas como, por exemplo, na reforma das unidades ou ações cíveis movidas em prol da categoria, mas infelizmente a Polícia Civil capixaba vem enfrentando sérias dificuldades por ausência de investimentos que resultam em baixa taxa de resolutividade dos crimes em geral, sobrecarga de trabalho ante a deficiência de efetivo por ausência de concurso público, falta de recursos materiais e humanos e condições estruturais precárias de uma forma geral”, concluiu o presidente do sindicato.

 

JUNTOS SOMOS FORTES, UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS