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A diretoria do Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo (Sindipol/ES), esteve reunida, na última quarta-feira (30), com o Procurador Geral do Estado, Dr. Rodrigo de Paula. O encontro teve como principal objetivo tratar sobre o pagamento do Crédito Rotativo e a ação da diferença do 13º salário.

Crédito Rotativo: o que é?

Após muitas lutas, o Sindicato conquistou o direito de que os policiais civis sindicalizados tenham a devolução dos valores indevidamente descontados em conta corrente e demais encargos financeiros, originados pelo pagamento dos vencimentos em atraso nos meses entre outubro/1998 e dezembro/1998.

Como está a ação?

Em 2018, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) apresentou ao Sindipol/ES os valores do processo. Após a confirmação de que os números estavam corretos, foi convocada uma Assembleia para que fossem aprovados. Com a aprovação, o acordo foi encaminhado para Procuradoria. Saiba mais.

Devido a troca de Governo, o atual Procurador, Dr. Rodrigo de Paula, preferiu analisar novamente o processo. Na reunião da última quarta-feira (30) com a diretoria do Sindicato, o Procurador afirmou que toda ação já foi analisada e que o acordo está mantido.

Segundo o Procurador, uma reunião será agendada com a Secretaria da Fazenda para definir os trâmites finais para o pagamento.

“Após ler o processo, o Procurador se mostrou bastante solicito em dar celeridade na ação e já está agendando uma reunião com a Sefaz para que tudo seja resolvido. Estamos cobrando para que os policiais sejam contemplados o mais rápido possível”, destacou o diretor financeiro do Sindipol/ES, Aloísio Fajardo.

Ação do 13º salário

O 13º salário é pago anualmente no mês de aniversário. Assim, muitos servidores acabam por receber o pagamento antes do reajuste anual. De 2014 pra cá, o Governo do Estado tem compensado essa diferença de valor sempre no final do ano. No entanto, o Sindipol/ES ganhou na justiça para que sejam pagos os valores retroativos referentes aos anos de 2010 a 2014, de todos que não receberam essa diferença. O Procurador solicitou ao Sindipol/ES a planilha dos cálculos para análise, mas se mostrou bastante solicito e entendeu que se trata de um direito da categoria.

O presidente do Sindipol/ES, Jorge Emílio Leal, destacou que a diretoria vai continuar cobrando o pagamento das ações.

Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES
Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES

“Vamos continuar lutando para que todos os direitos da categoria sejam pagos. Nosso jurídico está sempre atuante e não vamos descansar até que tudo dê certo. Temos uma missão e vamos sempre em busca dela, que é construir uma polícia civil cada vez mais eficaz e cidadã”, disse.

 

Capa: Marcos Fernandez/Gazeta Online

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