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A diretoria do Sindicato dos Policiais Civis do ES levou a pauta de reivindicação da categoria e discutiu junto ao secretário de Segurança do estado diversos pontos para valorizar e dar melhores condições de trabalho para o policial civil capixaba.

A reunião aconteceu na sede da Secretaria de Segurança Pública do Espírito Santo (SESP). Em pauta, a diretoria do Sindipol/ES buscou o reconhecimento de direitos, garantias e prerrogativas dos policiais civis do estado. De acordo com Aloísio Fajardo, diretor financeiro do Sindicato, a pauta apresentada ao secretário Roberto Sá, ao subsecretário de Integração Institucional da SESP, Guilherme Pacífico, e ao subsecretário de Inteligência, José Monteiro Junior, tem 13 pontos.

“Falamos sobre a incorporação da escala especial para todos os cargos da Polícia Civil, da elevação do nível superior para o cargo de Agente, sobre o adicional de insalubridade aos servidores públicos que trabalham na SPTC e aos policiais que atuam em delegacias insalubres, o reconhecimento das doenças ocupacionais para fins de garantia de aposentadoria com paridade e integralidade, além do reconhecimento do tempo de serviço prestado na área segurança pública. Destacamos também a criação da central de permutas, a elevação do nível de escolaridade para o cargo de auxiliar de perícia médico legal, a criação da comissão com participação do Sindipol/ES para tratar da reformulação do estatuto, da reforma das delegacias, adequação da tabela de remuneração por subsidio para a mulher policial em 25 anos, sobre a concessão do pagamento do adicional noturno e da garantia e inclusão do Sindipol/ES nas comissões de promoção e concurso público. São pontos importantes para toda categoria, explicou Aloísio Fajardo.

Entre os vários pontos discutidos, o vice-presidente do Sindipol/ES, Humberto Mileip, destacou quatro que adequam a Polícia Civil capixaba ao cenário nacional e internacional, e valorizam os profissionais de segurança.

“A incorporação da escala especial, o nível superior, a criação do cargo único, o oficial de Polícia Civil (OPC) e  o tempo de serviço na PM ou nos Bombeiros para adequação na referência na Polícia Civil. Temos que avançar na reestruturação da instituição aqui no Espírito Santo. Valorizando e dando condições dignas de trabalho para o policial, entendemos que a qualidade do serviço público vai melhorar e toda sociedade sai ganhando”, pontuou Humberto Mileip.

A reunião com o secretário de Segurança Roberto Sá é mais uma fase que marca o início das negociações da categoria com o governo estadual. Na semana passada, a comitiva sindical composta pelo Sindipol/ES, Aepes e Agenpol conversou com o governador Renato Casagrande, que se mostrou disponível em atender aos pleitos dos policiais civis.

Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES
Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES

“Depois de quatro anos de rejeição com o governo Paulo Hartung, sentimos que o governador está disposto a ajudar. Temos que unir forças para conseguir benefícios para toda categoria, afinal, o Sindipol/ES representa todos os policiais civis, independente do cargo. Nossa luta é pela valorização, pelo reconhecimento e por melhores condições de trabalho para os nossos guerreiros que trabalham em defesa da sociedade”, finalizou Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES.

 

JUNTOS SOMOS FORTES, UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS!!!