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O Senado Federal divulgou na última sexta-feira (06) que o Projeto de Decreto Legislativo (PDS) que prevê a revogação do Estatuto do Desarmamento possui amplo apoio populacional. A ideia conta com quase 100% de aprovação em consulta realizada no portal E-Cidadania. São 233 mil votos a favor e 10 mil contra.

A proposta é de autoria do senador Wilder Morais (PP-GO). O PDS 175/2017 propõe a realização do plebiscito no mesmo dia das eleições de 2018. O eleitor responderia “sim” ou “não” a três perguntas. A primeira seria: “Deve ser assegurado o porte de armas de fogo para cidadãos que comprovem bons antecedentes e residência em área rural?”.

A segunda: “O Estatuto do Desarmamento deve ser revogado e substituído por uma nova lei que assegure o porte de armas de fogo a quaisquer cidadãos que preencham requisitos objetivamente definidos em lei?” A terceira, quase idêntica à anterior, substitui apenas “o porte de armas” por “a posse de armas”.

A matéria ainda aguarda o relatório do senador Sérgio Petecão (PSD-AC) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

O Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo (Sindipol/ES) também disponibilizou em seu site uma enquete para tratar sobre o assunto. Os internautas devem responder a seguinte pergunta “Você é a favor da liberdade do cidadão portar armas, concorda com a revogação do Estatuto do Desarmamento?”.

Por enquanto o resultado é semelhante ao da consulta divulgada pelo Senado e conta com o apoio maciço da população. Os que concordam com a revogação somam 72%.  Os contrários, 25%, e aqueles que não sabem 2%.

Vale destacar, que no ano de 2005, durante um plebiscito, 63% dos brasileiros votaram a favor do comércio de armas. Veja.

Ao contrário do Brasil, em lugares onde as leis, as estruturas dos poderes e as políticas públicas realmente funcionam, o cidadão tem os seus direitos civis reconhecidos, garantidos e respeitados constitucionalmente, salvaguardando o direito a autodefesa, ao porte de armas e até mesmo formar milícias para derrubar governos corruptos.

É o exemplo dos Estados Unidos que na segunda emenda de sua constituição garante ao cidadão que “sendo necessária uma milícia bem organizada para segurança de um Estado Livre, não poderá ser infringido o direito do povo de conservar e portar armas”.

Para Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol/ES e especialista em segurança pública, o tema da liberalidade de armas e do direito a autodefesa, que atualmente está em voga, se dá em razão do reflexo que permeia a sociedade que sofre com a insegurança pública vivenciada no país.

“Com essa política governamental de massacre a segurança pública, a criminalidade só aumenta e os policiais não tem como competir com os criminosos, em virtude da falta de recursos tanto materiais quanto humanos. O resultado dessas enquetes, onde a população é a favor do porte de arma, significa que a sociedade brasileira está cada vez mais insegura”, disse.

 

O Sindipol/ES quer saber. E você, é a favor da revogação do Estatuto do Desarmamento? Responda a nossa enquete.

 

 

JUNTOS SOMOS FORTES, UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS