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Aconteceu no Rio Grande do Sul, na cidade de Marau. Bandidos armados invadiram uma audiência de custódia para libertar um traficante e atacar a juíza responsável pelo caso. A tentativa foi frustrada pelo inspetor da Polícia Civil Ivan Bernardi, que prestava depoimento na hora da invasão. O inspetor demostrou preparo e tranquilidade mesmo diante do risco. Tudo foi filmado pela câmera que registra os depoimentos. O vídeo já é um dos mais acessados nas redes sociais e só reforça a importância do policial civil estar sempre armado e pronto para surpresas.

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O caso do Rio Grande do Sul aconteceu na última terça-feira (12/12). Na sexta-feira (15), desta vez em São Paulo, um juiz de Praia Grande, no litoral paulista, levou um soco na boca de um homem e chegou a ficar desacordado, durante uma audiência de conciliação no Fórum da cidade. O agressor xingou o magistrado antes de desferir o golpe. Após o ataque, ele foi levado para a delegacia, onde prestou depoimento, e acabou sendo liberado em seguida. Veja aqui.

“A atividade policial é de risco por si só, requer comprometimento integral e dedicação exclusiva do profissional. Por isso, o porte de arma é inerente a função. Policial é policial de forma compromissada 24 horas. Ele é um garantidor da sociedade, está na lei. Desta forma, ele não pode se omitir diante de um ilícito. O policial tem o dever de andar armado e munido da sua identificação profissional. Por isso, reiteramos a importância do policial civil nunca ficar desarmado, mesmo nas dependências do Poder Judiciário Estadual”, explicou Jorge Emílio Leal.

SE FOSSE NO ESPÍRITO SANTO…. JUÍZA E POLICIAL CIVIL PODERIAM TER MORRIDO

No Espírito Santo, os policiais civis são proibidos de ficarem armados nas dependências do Poder Judiciário. O Sindipol/ES já oficiou o Presidente do Tribunal de Justiça capixaba para que a prerrogativa dos profissionais da Polícia Civil seja respeitada.

O Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo reforça que os profissionais da Polícia Civil são convocados pelo judiciário como testemunhas de crimes ou na condução dos próprios suspeitos. Além disso, em muitos casos, o policial civil fica em contato direto com os suspeitos que prenderam ou com seus familiares, o que aumenta ainda mais o risco.

“Vamos reforçar o pedido ao Tribunal de Justiça do Espírito Santo para que os policiais civis possam ficar armados nas dependências do Poder Judiciário. É uma questão de segurança para eles e para todos os que estão no local. É uma prerrogativa que deve ser respeitada. Imagina se no Rio Grande do Sul o policial civil estivesse desarmado? Possivelmente a juíza teria sido assassinada e o policial também”, pontuou Jorge Emílio.

O Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo parabeniza o inspetor Ivan Bernardi pela ação rápida e necessária. Ivan é mais uma prova de que o policial civil, mesmo diante de tantas dificuldades está sempre preparado para sair em defesa da sociedade.

JUNTOS SOMOS FORTES, UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS!!!