SINDIPOL, AEPES E AGENPOL BUSCAM IGUALDADE NA SAÚDE PARA POLICIAIS CIVIS

Os representantes do Sindicato dos Policiais Civis e das Associações dos Escrivães e Agentes de Polícia, que fazem parte do Conselho de Segurança Pública do Espírito Santo (Coesp), defendem a igualdade nos investimentos em saúde e atendimento médico em local específico para toda categoria, como é no HPM para policiais e bombeiros militares.

A comitiva se reuniu nesta segunda-feira (09/05), na sede do Sindipol, para discutir a isonomia no acesso à saúde pública para os policiais civis. Os novos integrantes eleitos para o Coesp, entendem que é uma questão de segurança e justiça os policiais civis também terem um local de referência para serem acolhidos, caso fiquem doentes. 

“Buscamos na reunião trazer isonomia ao atendimento dos policiais civis. Estamos apenas pleiteando tratamento igualitário. Queremos que o Governo do estado indique o local onde os policiais civis terão atendimento médico, como acontece com policiais e bombeiros militares”, explicou Clóvis Guioto, vice-presidente do Sindipol/ES. 

Entre as propostas debatidas na reunião, os membros do Conselho Estadual de Segurança Pública avaliaram formalizar, em ofício, a criação de um Projeto de Lei que estabeleça um hospital de referência para o policial civil buscar atendimento médico com segurança.

“O policial civil pode chegar doente e ser reconhecido e morto a tiros por um criminoso no hospital, a maioria não consegue pagar plano de saúde. Oferecer a esses homens e mulheres um tratamento de saúde seguro e digno é dever do Estado”, comentou Aloísio Fajardo, presidente do Sindipol.

Além do ofício formalizando a criação de um Projeto de Lei, os representes sindicais ainda devem levar ao Conselho de Segurança público o pedido de uma a destinação igualitária na verba para cuidar da saúde dos policiais civis capixabas. 

“Esse é outro pedido importante. A destinação de verba pública para a saúde dos policiais precisa ser igual. Além de reconhecer o trabalho dos policiais civis, as propostas valorizam aqueles que arriscam suas vidas para defender toda população”, finalizou Clóvis Guioto, vice-presidente do Sindipol.


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