deputado-pede-adicional-de-periculosidade-para-policiais-civis-e-demais-agentes-da-seguranca

A proposta do deputado estadual Enivaldo dos Anjos prevê o pagamento mensal de 40 % de periculosidade para todos os agentes de segurança do Espírito Santo. Projeto de Lei deve ser enviado ao governador Renato Casagrande.

Policiais civis, militares, bombeiros, agentes penitenciários, socioeducativos e de escolta armada são profissionais que trabalham para manter a segurança e preservar o patrimônio da população e pagam um preço alto por isso. Pela atividade ser de alto risco, de dedicação exclusiva em defesa da sociedade, operadores de segurança são alvos de atentados e ameaças contra a vida e sofrem com problemas psicológicos. Existem vários casos de suicídio. Por isso, o deputado estadual, Enivaldo dos Anjos, apresentou o Projeto de Lei que prevê o pagamento de 40% de periculosidade mensalmente e de caráter retroativo aos profissionais de segurança pública capixaba.  

“O presente projeto visa reconhecer e valorizar ainda mais a atividade daqueles que exercem atribuições notoriamente perigosas, sujeitando-se a riscos diários em benefício da segurança de todos os capixabas”, justificou o deputado Enivaldo dos Anjos.

O Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo (Sindipol/ES) recebeu a notícia do Projeto de Lei com bastante entusiasmo.

“A proposta do nobre deputado Enivaldo dos Anjos enaltece o trabalho dos operadores da segurança, profissionais que defendem a população até mesmo com a própria vida.  Apesar de serem extremamente importantes, muitas vezes, esses profissionais não são valorizados e reconhecidos. Estamos felizes em saber que o legislativo está olhando por nós e pensando em leis que valorizem os operadores da segurança pública e privada”, pontuou Aloísio Fajardo, diretor do Sindipol/ES.

O projeto de Lei que prevê o pagamento se periculosidade aos operadores da segurança pública precisa ser aprovado pelo governador Renato Casagrande e pelos deputados estaduais.

“Faz tempo que não vemos alguém lutando pela valorização de quem dá a vida para defender a sociedade. O policial civil capixaba recebe um dos piores salários do país, teve seu direito previsto em lei de revisão salarial negado e trabalha em delegacias sucateadas. Agradecemos a preocupação e torcemos para que o poder executivo agora entenda a importância do Projeto de Lei”, finalizou Jorge Emílio Leal, presidente do Sindipol e especialista em segurança pública.

 

JUNTOS SOMOS FORTES, UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS!!!